Ordenação por seleção
Encontra o menor valor que falta ordenar e troca-o para a posição seguinte. Faz muito poucas trocas, mas sempre o mesmo número de comparações.
- melhor caso Ω(n²)
- caso médio Θ(n²)
- pior caso O(n²)
- memória O(1)
- não estável
- sem memória extra
O que significam estes termos?
- Melhor caso: como o tempo cresce com o tamanho n da lista quando a entrada é a mais fácil para este algoritmo.
- Caso médio: como o tempo costuma crescer com n. Com n², o dobro de valores demora cerca de quatro vezes mais; n log n cresce bem menos.
- Pior caso: o crescimento com a entrada mais difícil. Útil quando a velocidade nunca pode cair.
- Memória: quanta memória extra é necessária além da lista. 1 significa algumas variáveis; n, uma cópia da lista.
- Estável: dois valores iguais mantêm a ordem original. Importa quando se ordena por um só campo de um registo.
- Sem memória extra: ordena dentro da própria lista, sem uma segunda lista.
- a comparar
- a mover
- mínimo atual
- na posição final
Carregue em Reproduzir: as linhas mostram como o custo cresce
Carregue em Reproduzir ou avance passo a passo pelo algoritmo.
Espaço: reproduzir ou pausar. Setas esquerda e direita: avançar passo a passo. Home e End: saltar.
Experimente: Escolha uma lista invertida. O número de comparações é exatamente o mesmo que em qualquer outra lista.
Como funciona
Procura o menor valor na parte por ordenar e troca-o com o primeiro valor dessa parte. Assim, mais um valor fica na posição final. Verifica sempre todos os valores que faltam, mesmo que a lista já esteja ordenada.
Quando é uma boa escolha
Útil quando mover dados custa caro e lê-los é barato, porque faz no máximo uma troca por posição. Na maioria dos outros casos, a ordenação por inserção é a melhor escolha simples.